Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência.
3 de 3 usuários qualificaram essa opinião como útil.
zusak é um escritor infanto-juvenil, e esse é supostamente um livro juvenil. com certeza os jovens gostarão muito da obra, mas os leitores adultos mais exigentes gostarão ainda mais. um livro emocionante, de uma qualidade relativamente rara hoje em dia. e que flui sem dificuldade. obrigatório, eu diria...... Ver opinião completa...
A Menina que Roubava Livros
2 de 2 usuários qualificaram essa opinião como útil.
Obra que não pode ser lida acriticamente, não é para ser devorada e sim estudada a fundo, com afinco, reflexão, opinião. Embora pareça infantil ( ou juvenil, como quiserem), não o é, basta atentarmos para seu conteúdo, capaz de amolecer as pedras, é quase impossível não sentir nada diante do drama do judeu. Ah, belo livro, sem dúvida, nele encontramos a fé e a solidariedade muito vivas, apesar de um sepulcro que rodeava todos os indivíduos, chamado Hitler.
Mesmo nas trevas havia uma luz, que embora parecesse frágil, débil, tinha uma força sem igual pois era o amor à raça humana, presente no relacionamento da protagonista e de sua família com o judeu.
Belo exemplo de como, apesar dos cancros e das sombras sempre há uma luz e uma cura.... Ver opinião completa...
A Menina que Roubava Livros
2 de 2 usuários qualificaram essa opinião como útil.
Este livro tem uma incrível capacidade de prender o leitor. É muito agradável e você nem percebe o tempo passar quando está lendo. A leitura desse livro é muito necessária para aqueles que realmente apreciam uma leitura de qualidade.... Ver opinião completa...